Bradesco processa filha de delator por cheque de R$ 500 milhões


Uma das filhas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Arianna Azevedo Costa Bachmann, está sendo processada pelo Bradesco por ter, segundo o banco, se recusado a devolver um cheque de R$ 500 milhões –ela nega. O documento, ainda de acordo com o banco, foi emitido com o valor errado “por um lapso” de um empregado.

No dia 30 de dezembro de 2014, Arianna foi à agência do Bradesco em que tem conta, no Rio, e requisitou dois cheques administrativos, de R$ 150 mil e R$ 500 mil. Ré em ação ligada à Operação Lava Jato, a filha de Paulo Roberto teve bens bloqueados, mas não foi impedida de realizar operações financeiras.

Nesta segunda-feira (26), os advogados do Bradesco entraram com ação no Tribunal de Justiça do Rio alegando que “por um lapso do funcionário da agência encarregado de emitir os cheques administrativos (…) ocorreu um erro de preenchimento”. Continuar lendo

Anúncios

Frigorífico do PR é condenado a pagar R$ 500 mil por dano moral coletivo


Ação contra empresa de Ubiratã, no oeste, foi ajuizada em agosto de 2014.
Violações incluem desrespeito à jornada de trabalho e ao pagamento de folga.

O Ministério Público do Paraná (MPT-PR) multou o frigorífico e abatedouro de frangos Unitá Cooperativa Central, de Ubiratã , no oeste do Paraná em R$ 500 mil por irregularidades na jornada de trabalho e descanso dos funcionários. A ação por dano moral coletivo foi ajuizada em agosto de 2014.
As investigações apontam, entre outros, a violação do limite máximo de dez horas diárias e do descanso mínimo de 11 horas entre jornadas, a falta de remuneração ao descanso semanal e a prorrogação irregular de jornada de trabalho em atividades insalubres. Continuar lendo

“MORTE DIGNA” Eu decido como quero morrer


Márcio Fernandes/Estadão ConteúdoMárcio Fernandes/Estadão Conteúdo / Rosana Chiavassa recorreu à Justiça para ter direito a morte dignaRosana Chiavassa recorreu à Justiça para ter direito a morte digna

Justiça brasileira autoriza em decisão inédita advogada a morrer sem passar por tratamento caso venha a desenvolver uma doença irreversível

Em decisão inédita, a Justiça brasileira autorizou uma advogada a ter “morte digna”, o que, nesse caso, significa não ter de passar por tratamento desnecessário caso desenvolva, no futuro, doença irreversível que comprometa a capacidade física e a consciência. É a ortotanásia, quando se permite que a morte ocorra de forma natural, nos casos em que nada mais pode ser feito para salvar o paciente. Nesse caso, recusa-se, por exemplo, aparelhos que mantenham a pessoa viva de maneira artificial. Continuar lendo

Justiça bloqueia quase R$ 119 milhões de investigados na Lava Jato


Valores incluem dinheiro de empreiteiros e de três empresas de propriedade do ex-diretor da Petrobras Renato Duque e do lobista Fernando BaianoPresos na Operação Lava Jato deixam a Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, no bairro da Lapa e partem em direção à CuritibaLaryssa Borges, de Brasília

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o ministro do STF, Luiz Fux, são homenageados pelo Ministério Público Estadual do Paraná, através de seu procurador-geral, Gilberto Giacoia. Janot não quis comentar a apresentação das denúncias da operação Lava Jato. Fux, ao contrário, comentou sobre a operação que investiga o escândalo dos contratos da Petrobras – Juca Varella/Folhapress

A Justiça Federal do Paraná bloqueou, até agora, 118,85 milhões de reais de investigados na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Os valores, compilados pela 13ª Vara Federal de Curitiba nesta terça-feira, incluem bloqueios de contas bancárias das cúpulas das principais construtoras do país e dinheiro que ainda será transferido a contas judiciais, mas não tratam de recursos depositados no exterior. A retenção dos valores foi determinada no ano passado pelo juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, e serve como garantia de reposição dos cofres públicos caso os réus sejam condenados. Continuar lendo