Pena de morte Indonésia adia execução de brasileiro e mais sete condenados por tráfico


Medida foi adotada em razão de problemas técnicos. Planos de fuzilar Rodrigo Gularte, contudo, estão mantidos

O brasileiro Rodrigo Gularte escoltado por policiais e apresentado à imprensa no escritório da Alfândega, perto do principal aeroporto de Jacarta, na Indonésia. Rodrigo foi preso tentando tentando contrabandear cocaína escondida em pranchas de surf - 05/08/2004

O brasileiro Rodrigo Gularte escoltado por 
policiais e apresentado à imprensa no escritório 
da Alfândega, perto do principal aeroporto de 
Jacarta, na Indonésia. Rodrigo foi preso tentando 
tentando contrabandear cocaína escondida 
em pranchas de surf - 05/08/2004 (Dita Alangkara/AP)

A Indonésia adiou a transferência de oito condenados à morte por tráfico de drogas para uma prisão insular, onde serão executados. Entre eles está o brasileiro Rodrigo Gularte. A medida foi adotada em razão de problemas técnicos e também para permitir que dois condenados australianos possam passar mais tempo com suas famílias, informou um funcionário do governo nesta terça-feira.

Gularte foi preso em julho de 2004, quando tentava entrar na Indonésia com seis quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Os australianos Andrew Chan e Myuran Sukumaranm lideravam um grupo de nove pessoas detidas em 2005 por tentar levar 8,3 quilos de heroína da ilha de Bali para a Austrália. Continuar lendo

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Maquiavel Barbosa contra-ataca petistas: ‘Sou um cidadão livre’


Presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa durante sessão para julgar os recursos dos 13 réus que não tem direito aos embargos infringentes no processo do mensalão, nesta quinta-feira (14)

O ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa: ministro 
da Justiça deveria ser demitido 
Fellipe Sampaio/SCO/STF /VEJA)

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e ex-relator do mensalão, Joaquim Barbosa, reagiu nesta terça-feira à fúria da tropa virtual do PT, que passou a bombardeá-lo nas redes sociais. Na noite de sábado, Barbosa pediu a demissão do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) por ter mantido encontros sigilosos com os advogados dos executivos presos na Operação Lava Jato da Polícia Federal. Reportagem de VEJA desta semana mostra as conversas impróprias do ministro. Não por acaso, os advogados gostaram do que ouviram de Cardozo. Dirigentes do PT também atacaram Barbosa, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Hoje, o ex-presidente do Supremo escreveu em sua conta no Twitter: “Sobre as reações aos meus posts recentes sobre confusão entre política e Justiça: meus críticos fingem não saber que hoje sou um cidadão livre”. A exemplo do que fizera em 2013, durante o julgamento do mensalão, ele voltou a usar a expressão “plumes à gages” – numa tradução aproximada em francês, refere-se a críticos que se manifestam a serviço de alguém. “Às ‘plumes-à-gages’ furiosas com meus comentários: experimentem ser livres! Sei que isso seria extremamente penoso e ‘custoso’ para vocês'”, disse.

via Barbosa contra-ataca petistas: ‘Sou um cidadão livre’ – Brasil – Notícia – VEJA.com.